A
Torre Eiffel (Tour Eiffel, em francês), foi construída pelo engenheiro Gustave
Eiffel e sua equipe, especialmente para ser o arco da Exposição Universal de
1889, da qual o Império do Brasil participou com um elogiado pavilhão. A
Exposição foi realizada em comemoração ao centenário da Revolução Francesa.
Na
época, a torre era a estrutura metálica mais alta do mundo e deveria ser
desmontada logo após o término da exposição. Opositores ao projeto não
faltaram. Eiffel se esforçou muito para levantar e manter a Torre de pé. Muitos
a achavam feia e deselegante para a cidade.
Mal
sabiam eles que hoje em dia, e já há algumas décadas, imediatamente lembramos
da torre quando falamos da França. Felizmente, seu construtor conseguiu uma
autorização para que ela permanecesse no Champs de Mars. Portanto, por mais
absurdo que possa ser, a Torre existir e chegar aos 130 anos, agora em 2019, era
considerado improvável nos primeiros anos de sua existência.
Aqui
reproduzo trechos:
"Para
o levantamento da torre, Gustave Eiffel fez apelo a muitos companheiros
carpinteiros. Várias razões explicam sua escolha. A primeira era a importância
que a carpintaria de madeira adquiriu na realização de escoramentos e andaimes
muito numerosos e complexos. (...) Mas esses carpinteiros também tinham outras
qualidades indispensáveis para esse tipo de projeto: eles conheciam o trabalho
em altura e deveriam, portanto, não ter vertigem, sabiam levantar cargas com a
ajuda de meios simples e confiáveis, os mastros e as gruas, e, enfim, esses
homens ligados pelo rito se uniam na dificuldade".
Bem,
houve sim uma dificuldade, a princípio, para unir as duas formações rivais (uma
de cada lado do rio Sena) dos companheiros carpinteiros. Mas Eiffel também
venceu essa barreira e, no final, conseguiu construir a torre em tempo récorde,
por conta da tal rivalidade, que gerara uma 'batalha' pela melhor eficiência.
Abaixo
uma foto com meu irmão, responsável pela maioria das fotos dessa publicação, em
uma visita à Torre:
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